Lio Evaristo espera a presença do torcedor, já que o Grêmio Maringá poderá ter o apoio de mais de mais de 100 torcedores. Ele questionou: “Não podemos ter menos torcedores que eles”.

No coletivo que o técnico Lio Evaristo comandou no Estádio Waldemiro Wagner, ontem, foi possível ver que o esquema de jogo a ser utilizado neste domingo, contra o Grêmio Maringá, deverá ser o mesmo utilizado em Cianorte.
O time terá três zagueiros, com esta formação: Marcão; Alan, Fabrício, Erwin e Luan; Ramon, Asa, Joziel e Rilber; Chimbinha e Sotto. Na suplência deverão ficar: César, André, Pedro, Lucas, Fernando, Luiz Henrique e Iranilson.
Estarão fora do jogo: Dada (cartão amarelo), Danilo, Matheus Lucena e Jeferson machucados.
“Tentamos uma formação diferente nesta semana, mas não funcionou, estamos sem atacantes, então deveremos atuar como no empate em Cianorte. Até para dar mais liberdade para o Alan e o Luan, que devem apoiar e ser atacantes em determinados momentos” disse o técnico.
O técnico foi questionado sobre o prazo de registro de novos atletas, que terminará no dia 21 de abril. “Eu dei os nomes, tem que conversar com o Nivaldo (Mazzin) ou Wilson (Faria), se vão contratar ou não é com eles. Quero deixar bem claro que o clube está conseguindo sanar algumas coisas, mas não temos dinheiro para gastar. Eu não vou encher o clube de atletas para depois não receber, se falarem que tem dinheiro eu irei atrás de atletas, do contrário vamos tocar com quem está aqui mesmo”.
O elenco recebeu ontem o pagamento do mês de fevereiro e até o dia 30 devem receber a folha de março. “Temos que receber, faz parte do dia a dia do trabalhador. Os atletas estão imbuídos e focados. Pela primeira vez estou dirigindo um time que não é o treinador que tem que puxar, quem quer subir não é só eu, eles querem e se comprometeram entre si, e eu estou acreditando nisso”.
Lio Evaristo espera a presença do torcedor, já que o Grêmio Maringá poderá ter o apoio de mais de mais de 100 torcedores. Ele questionou: “Não podemos ter menos torcedores que eles. Será que o paranavaiense quer futebol na cidade? É o momento do torcedor comparecer, começar a motivar, pois no Mata-mata precisamos dos atletas e dos torcedores. Sem o torcedor o time não vai subir, se a torcida não abraçar, sozinhos não conseguiremos subir. Eles têm que se acostumar com as cobranças”.
Fonte: Jornal Diário do Noroeste

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