O Coritiba inicia neste domingo (3), às 11 horas, contra o Toledo, no estádio 14 de Dezembro, sua participação no mata-mata do Paranaense. Após ser superado nos dois últimos anos por equipes do interior na fase eliminatória, o Alviverde agora busca um final diferente que culmine com o título paranaense.

Em 2015, o revés no mata-mata foi na final contra o Operário. No ano anterior, a eliminação ocorreu na semifinal contra o Maringá. O time está alerta para não ver o filme se repetir.

Cenário desastroso para o Coritiba, uma eliminação a essa altura aumentaria muito a pressão dentro do Alto da Glória. Algo muito pior do que se a equipe fosse eliminada em um clássico contra Atlético ou Paraná, por exemplo.

“Eu acredito que sim [tem uma pressão maior perder para um time do interior]”, admite o atacanteKléber. Artilheiro do campeonato, com nove gols, ele argumenta que as equipes são muito bem preparadas e os desempenhos são nivelados na força e na vontade. Porém, o torcedor não pensa da mesma forma.

“Se você for eliminado ou perder e não for para essas equipes [Atlético e Paraná] a pressão é ainda maior. Se você não consegue ganhar do time do interior, imagina dos grandes? O torcedor entende dessa forma e a gente respeita”, diz o atacante. “Mas às vezes não concordamos muito porque sabemos que tem muita equipe do interior que hoje dá até mais trabalho do que algumas grandes”, alerta Kléber.

“Em dois anos, eu estava no grupo e vivenciei, saímos eliminados para equipes do interior e nós tivemos consequências. Começar um Brasileiro não tendo um resultado no campeonato regional traz uma pressão ruim para nós para o ano todo”, admite Dudu.

“O intuito de todos aqui nesse ano é mudar esse histórico que o Coritiba vem tendo dentro do Paranaense”, resume o meia coxa-branca, consciente da dificuldade da partida desse domingo já que, em duas oportunidades em que os times se enfrentaram esse ano, pela pré-temporada e pela primeira fase, o Toledo levou a melhor.

Fonte: GAzetadoPovo

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