Diogo Pachenki teve seu melhor início de temporada na Fórmula Truck. O terceiro lugar na abertura de 2016, na seletiva pista da cidade de Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, mostrou que ele quer e deve mesmo brigar diretamente pelo título. Em sua quarta temporada na mais popular categoria do automobilismo da América do Sul, Pachenki já adquiriu bastante experiência no cockpit do caminhão Mercedes-Benz e sonha com voos mais altos. A posição no pódio também foi a melhor na carreira e agora, no dia 10 de abril, em Curitiba, ele quer mais ainda.

“Sem dúvida que foi meu melhor início na Fórmula Truck, mas poderia ter sido melhor ainda não fossem dois problemas durante a corrida em Santa Cruz. No warm up quebrou a embreagem. Deu tempo para trocar e na largada patinou e caí do terceiro para o quinto lugar. Passei alguns adversários, mas aí quebrou o amortecedor dianteiro direito e não dava para fazer mais nada mesmo. No final o resultado foi muito bom“, disse Pachenki.

Com títulos em várias categorias do automobilismo brasileiro, todas com carros, Diogo destaca fortes adversários na luta pela conquista da temporada da Fórmula Truck. Ele diz que ainda é cedo para se falar, pois aconteceu somente a primeira de dez etapas programadas para este ano. No entanto, destaca vários respeitados concorrentes.

“Tem muita gente aí com bom equipamento. O David Muffato está de MAN, tem o Felipe Giaffone com Volkswagen, o Paulo Salustiano e o Wellington Cirino com Mercedes e a gente não pode esquecer do Leandro Totti, que começou relativamente bem de Volvo, pois largou em quarto lugar. E tem o Gustavo Magnabosco (Mercedes) que também é bom piloto. Tudo isso apresenta um ano de 2016 muito equilibrado“.

Pachenki tem três pistas que gosta muito de correr e nas quais seu estilo de pilotagem se encaixa muito bem: Interlagos, Cascavel, sua cidade natal, e Curitiba, que deve mesmo receber a última corrida da Fórmula Truck, pois tudo indica que vai mesmo acabar já que a área foi vendida para se construir um condomínio.

“É uma pena esse anunciado fim da pista de Curitiba. É um autódromo fantástico, seguro, com boxes bons, torre de controle boa, enfim tem uma das melhores estruturas do Brasil. O automobilismo nacional perderá muito com isso. E como já venci umas cinco vezes com carros de corrida, fico mais triste ainda, pois gosto do traçado. No ano passado larguei em terceiro, mas tive problema de freio. Agora tenho tudo para andar bem de novo“, finaliza Diogo Pachenki.

CALENDÁRIO DE 2016

13 de março – Santa Cruz do Sul (RS)
10 de abril – Curitiba (PR)
15 de maio – Campo Grande (MS) ou Brasília (DF)
12 de junho – Goiânia (GO)
3 de julho – Londrina (PR)
31 de julho – Interlagos (SP)
4 de setembro – Guaporé (RS)
9 de outubro – Cascavel (PR)
6 de novembro – Brasília (DF) ou Campo Grande (MS)
4 de dezembro – Curvelo (MG)

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