O técnico Fábio Bento, do Parabadminton/Unipar/Atacar/Toledo encerrou na última semana, em São Paulo, a primeira etapa de treinamentos com a seleção brasileira que integra o Ciclo Paralímpico Japão 2020.

Essa fase, que contou com a participação de 22 atletas entre novos e mais experientes, visa as futuras convocações para os próximos treinamentos para competições internacionais em que o técnico toledano deve dirigir ao lado da paulista Marta Lopes e do brasiliense Letisson Samarone.

Segundo o professor, esse período de preparação estabeleceu metas e dados para acompanhamento e monitoramento desses atletas para medir a evolução técnica de cada um.

“Através desse acompanhamento nós pretendemos aproximar os trabalhos da seleção brasileira com os clubes e isso possibilita também a troca de experiencias entre os técnicos visando o crescimento da modalidade como prevê a Confederação Brasileira de Badminton e Comitê Paralímpico Brasileiro, que promoveram essa semana de treinamentos”, explica o treinador.

Fábio Bento prevê um caminho longo pela frente para tentar melhorar a posição do Brasil comparado as grandes potências mundiais da modalidade. Segundo o treinador, o país possui vários paratletas entre os 20 melhores do ranking mundial, mas a previsão é de conquistar posições mais satisfatórias nos próximos anos.

“Estamos caminhando para que nos próximos anos melhoremos essas posições e os Jogos Parapan, em 2019, e Paralimpicos do Japão, em 2020, vão nos definir bem esse cenário”, acredita.

Além do profissional, que já acompanha a seleção há seis anos, a semana de treinamentos em São Paulo também contou com a participação de três paratletas de Toledo – Cintya Oliveira, que ocupa a 10ª posição no ranking mundial, Breno Johann, 20º, e Leonardo Zuffo, 21º colocado, que assim como os demais paratletas pleiteiam vagas nos Jogos Paralímpicos do Japão e para outras competições internacionais. 

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