A regularidade é uma forte marca na carreira do piloto Diogo Pachenki. Especialmente na Fórmula Truck, onde ele ainda não venceu, mas lidera o Campeonato Brasileiro da mais popular categoria do automobilismo da América do Sul com 161 pontos contra 152 de Felipe Giaffone, ganhador de duas corridas na temporada, e 113 de Paulo Salustiano, primeiro colocado uma vez, justamente na última, em Goiânia. E, mais do que nunca, Pachenki terá de apresentar essa importante regularidade entre os primeiros colocados, que o levou a estar presente nos cinco últimos pódios: quatro neste ano (um terceiro lugar e três segundos) e um no final de 2015, quando acabou no quarto posto.

“Já está na hora de vencer, mas fica cada vez mais difícil, principalmente com o uso do restritor para os líderes. Nunca andei com esse de 70 milímetros e, sinceramente, não sei como será. Sei, sim, que perderei muita potência no meu Mercedes-Benz, que sofre muito com isso“, disse Pachenki.

Ano passado ele utilizou o restritor, mas um que tirava bem menos força do motor e em Goiânia fez um teste com um de 72 milímetros e já sentiu grandes dificuldades para andar rápido. Até o restritor de 76 mm dá para andar, mas menos do que isso complica bastante. Por isso, não sei se conseguirei largar entre os oito primeiros“, prevê o piloto do caminhão 80.

Mas, confiando na boa regularidade, ele acredita que ainda pode sonhar com um pódio na quinta etapa da temporada. Para isso, segundo diz, precisará de muita sorte.

“Vou largar lá atrás, precisarei fazer uma corrida de recuperação e, além de tudo, não posso ter qualquer quebra no caminhão. Reconheço que em Londrina terei de ter sorte, algo que tem me acompanhado nesta temporada. Um bom resultado, com o restritor, seria ficar entre os três primeiros“, finaliza, nada modesto, Diogo Pachenki.

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