O jogo com o Dom Bosco-MT, às 19h30 desta quarta-feira (18), na Arena da Baixada, pela segunda fase da Copa do Brasil, marca o último confronto do Atlético com um adversário de menor expressão na temporada. Passando pelo time do Centro-Oeste, o Rubro-Negro terá pela frente no torneio Chapecoense – um time de Série A – ou o clássico com o Paraná. Além disso, há a sequência do Brasileirão com duelos de nível técnico maior. Ou seja, a partida deste meio de semana representa o último ‘refresco’ do Furacão em 2016.

O Dom Bosco guarda similaridades com a maioria das equipes que disputaram o último Paranaense. O time caiu na segunda fase do Mato-Grossense deste ano e não terá mais calendário se for eliminado da Copa do Brasil.

O cenário faz do Atlético o favorito e atribui ao time toda a responsabilidade de avançar na competição. Em 2015, o Rubro-Negro foi surpreendido nesta fase do mata-mata, quando acabou eliminado em casa pelo Tupi-MG.

O técnico Paulo Autuori espera o adversário jogando fechado, apesar da necessidade de marcar ao menos um gol na Baixada. Os times empataram por 2 a 2 na ida. Por isso, o empate por 0 a 0 ou 1 a 1 favorece o Atlético.

“Acredito que eles têm o objetivo de explorar nosso erro, e fazem muito bem em jogar assim. Cabe a nós acabar com as chances deles”, afirmou.

Autuori rechaça um acréscimo de pressão devido à diferença de representatividade entre os dois clubes. “Quero uma equipe mobilizada em relação à competição, e não tenho dúvidas que estaremos. Todo dia tem pressão. Quem não está habituado a trabalhar com isso, tem que estar fora futebol”, sentenciou.

“Fiquei incomodado por termos conseguido o resultado no jogo e depois sofrido o empate. A lição que fica é que a gente tem que ficar ligado até o fim, o time ficou um pouco disperso e eles acharam duas bolas”, declarou o jogador.

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Fonte: GazetadoPovo

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