A Confederação Brasileira de Handebol (CBH) promete aumentar o número de equipes participantes na Liga Nacional Masculina e Feminina na temporada 2016. A meta é que no masculino o número recorde chegue a 36 clubes, representando 22 estados.
No novo formato, a competição seria dividida em três regiões. Um grupo teria equipes das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Um segundo agregaria times do Nordeste e o terceiro com representantes do Norte. Na primeira fase, as equipes se enfrentariam dentro dos grupos e oito avançariam para os mata-matas, sendo quatro do Sul/Sudeste/Centro-Oeste e duas do Nordeste e do Norte.
Londrina tem vaga garantida na Liga e está previamente incluída na chave que teria Pinheiros, Taubaté, Metodista e São Caetano do Sul, todos de São Paulo, Juiz de Fora e Uberaba, de Minas Gerais, Caxias do Sul (RS), Itajaí (SC) e Maringá. A previsão é que a Liga seja disputada entre 27 de agosto e 10 de dezembro.
“Achei o formato excelente. Como é praticado em todo o país, o handebol precisava de uma liga nacional nesse formato, acima de 30 equipes. É uma grande novidade. Mais atletas no país terão a oportunidade de jogar uma competição mais forte, e isso vai fazer a modalidade crescer muito. A expectativa é de que novos investidores também apareçam”, destacou o técnico londrinense, Giancarlos Ramirez.
As equipes do Sul/Sudeste/Centro-Oeste têm até 16 de maio para confirmarem participação. “Estamos correndo atrás dos patrocinadores e em negociações com possíveis investidores e há o interesse do município em participar, temos 25 dias para finalizar tudo e confirmar nossa participação”, afirmou Ramirez.
O único recurso garantido até o momento para o time londrinense são os R$ 160 mil/anuais, oriundos do Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos (Feipe), através da Fundação de Esportes (FEL).
Lucio Flávio Cruz

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